Blog da benfeitoria - uma plataforma de crowdfunding diferente

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

2011 é ano de tirar projetos da gaveta!

Ontem já descobrimos outras 2 plataformas de financiamento coletivo brasileiras, além das que já conhecíamos - muito legais, por sinal!

Definitivamente 2011 é o ano da revolução de crowdfunding no Brasil. Muito orgulho de poder fazer parte disso e ainda agregar alguns diferenciais, como a possibilidade de contribuições não financeiras (ex: prestação serviço, envio de materiais, voluntariado, etc)! =)

Abaixo, listo as plataformas* que conhecemos. Se alguém souber de mais alguma, por favor avise!


Apenas as duas primeiras já estão funcionando, mas as demais já anunciaram suas propostas. Com exceção da Senso Incomum, voltada para projetos sociais, as outras 5 plataformas citadas acima têm foco em projetos criativos, como o kickstarter - a plataforma de financiamento coletivo mais bem sucedida do mundo.

Pelo que entendemos, todas** também têm a mesma dinâmica de funcionamento usada pelo kickstater: "tudo ou nada"; "pedidos e recompensas"; 5% de comissão de projetos bem sucedido; curadoria de projetos...

Entre outras diferenças, nós optamos por uma proposta mais democrática: além de aceitar qualquer projeto que provoque impacto positivo - seja ele cultural, social, pessoal ou profissional -, não filtramos projetos a serem publicados (curadoria). Aqui quem decide se o projeto é relevante suficiente para ser viabilizado coletivamente é o público! :)

Há prós e contras dessa escolha... Dá uma boa discussão! Vamos postar em breve uma análise completa sobre isso e sobre as demais diferenças entre cada plataforma para ninguém ficar perdido. Não deixem de postar a sua opinião!!



*Neste post nos referimos ao modelo de plataforma proposto pelo kickstarter, como as regras de "tudo ou nada" (na qual os colaboradores recebem o dinheiro de volta caso o projeto não arrecade o valor solicitado) e de "pedidos e recompensas" (no qual para cada pedido, deve-se oferecer algo em troca, ainda que simbólico). A primeira plataforma de financiamento coletivo do Brasil foi o Vakinha, lançado em 2008, com uma proposta mais simples. Há ainda iniciativas de crowdfunding de projetos específicos, como a campanha do documentário Eu Maior e o site Queremos, que traz bandas para o Brasil. Sensacionais!


**Aqui a Senso Incomum também é exceção, pois cobra 8% de comissão, mas assume uma etapa adicional do processo de viabilização (compra de materiais solicitados na campanha).

6 comentários:

  1. Valeu por citar a Senso Incomum no post!
    Sucesso ao Benfeitoria e que o crowdfunding se torne realmente um canal para transformação social e viabilização dos projetos do bem.

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  2. Oi Edu! Obrigada! Desejamos muito sucesso para vocês também! Acabo de ver a matéria na Isto é dinheiro - que ficou excelente, por sinal - e descobri outro ponto em comum entre Senso Incomum e benfeitoria, além dos valores que estão por trás das plataformas: são iniciativas feitas por casais! Então aqui vai um bj tb na Eveline!! :) bjs, Tati (e Murilo!)

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  3. Parabéns pelo post em nome do movere.me!
    Estamos juntos nessa grande mudança na cultura brasileira!

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  4. Otima iniciativa pessoal. E como é legal ver empreendedores interagindo mesmo estando no mesmo mercado.

    Parabéns sucesso para todos

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  5. Valeu, Jose Renato! Acho que esse clima é inspirado na natureza colaborativa do negócio mesmo! Vi no Google que o modelo DEI está ligado à inovação... é isso? Alguma sugestão para a benfeitoria e as demais plataformas? =)

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